Procon faz alerta sobre preços dos itens de Páscoa

Os ovos de Páscoa devem trazer identificação do fabricante, data de validade, peso e composição

Com a chegada da Semana Santa e da Páscoa, os comerciantes esperam um aumento pela procura dos alimentos tradicionais do período: para boa parte da população é época de bacalhau, peixes, frutos do mar, batata, azeite e chocolates. Mas segundo o Procon Municipal, vale a pena prestar atenção a alguns pontos na hora da compra.

A dica principal é não abrir mão da pesquisa de preços, pois a variação costuma ser grande. Além disso, deve-se estar atento às formas de pagamento, data de validade e acondicionamento dos alimentos típicos.

Não compre o que estiver vencido, com embalagens danificadas ou sem nota fiscal. Afinal, é esse documento que garante o direito à troca, caso o consumidor perceba que há problemas com o produto apenas em casa. Para ajudar na escolha, o Procon lista algumas dicas que podem ajudar. Confira!

Ovos de Páscoa: Os ovos de chocolate devem trazer identificação do fabricante, data de validade, peso e composição, já que determinadas doenças impedem seus portadores a ingestão de certos ingredientes. É importante ficar atento ao peso e, quando houver brinquedos dentro, é interessante ficar atento à indicação da idade recomendada. A embalagem também deve estar em boas condições. Pense bem: Ovos de Páscoa são produtos sazonais e, portanto, geralmente mais caros. Às vezes, é possível comprar mais chocolate em bombons ou barras, por preço menor.

Palmito in natura: verifique a procedência e observe se ele está protegido de insetos, armazenados corretamente e refrigerados.

Produtos a granel: verifique o peso, quantidade e aparência do alimento. Recuse produtos mal acondicionados, com presença de sujeira e mofo. Não compre o produto se houver suspeitas sobre sua qualidade.

Alimentos congelados: Deixe os alimentos congelados e resfriados para o final das compras, antes de se dirigir ao caixa.

Carnes e Peixes: Procure açougues que tenham boas condições de higiene. Tome cuidado com a carne que não foi fiscalizada, pois pode estar contaminada. O produto também pode ser contaminado depois da inspeção, no próprio açougue ou estabelecimento de comercialização. Essas carnes devem ser vendidas com a identificação da origem.

Preço: Todo produto deve ter preço devidamente exposto ao consumidor. É fundamental guardar a nota fiscal de compra para possíveis trocas de produtos.