Vacinação

Dúvidas Frequentes

Fontes: Secretaria Municipal de Saúde (Semus), Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e Hospital Sírio Libanês.

Atualmente, a campanha de vacinação em Cachoeiro contempla trabalhadores da saúde (incluindo estagiários); pessoas acolhidas em instituições de longa permanência de idosos (ILPIs) e seus cuidadores; profissionais das forças de segurança; profissionais de educação; quilombolas; e idosos a partir de 60 anos.

Para os trabalhadores que atuam em hospitais e unidades de saúde, os vacinadores percorreram essas instituições para fazer as aplicações. O mesmo para as ILPIs – todos os acolhidos e seus cuidadores já receberam as duas doses.

Para idosos acima de 90 anos, a vacinação também já ocorreu, de forma domiciliar.

Para quilombolas, a vacinação ocorre em suas próprias comunidades, de acordo com a disponibilidade de doses.

Os profissionais da educação estão sendo contatados individualmente para serem vacinados, de acordo com lista definida pelo governo estadual.

Para os demais grupos, a vacinação ocorre em 23 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e na Policlínica Municipal Bolívar de Abreu. Em algumas fases da campanha, também é disponibilizada a opção de drive thru.

Importante destacar que o ritmo da campanha de vacinação depende do número de doses disponibilizadas para o município.

UBS Aquidaban
UBS Aeroporto
UBS IBC
UBS Novo Parque
UBS Abelardo Machado
UBS Gilson Carone
UBS Village da Luz
UBS Amaral
UBS Alto União
UBS São Luiz Gonzaga
UBS BNH de baixo
UBS BNH de cima
UBS Zumbi
UBS Paraíso
UBS Coramara
UBS Nossa Senhora Aparecida
UBS Valão
Policlínica Municipal “Bolívar de Abreu”

Interior

UBS Soturno
UBS Burarama
UBS Pacotuba
UBS Córrego dos Monos
UBS Itaoca
UBS Conduru

 

Para informações de contato, consulte a página da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) no site da Prefeitura de Cachoeiro: www.cachoeiro.es.gov.br/saude-semus/unidades-basicas-de-saude/

Sim. Os familiares podem entrar em contato com a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para que seja feita a marcação. Veja os contatos das unidades na página da Secretaria Municipal de Saúde: www.cachoeiro.es.gov.br/saude-semus/unidades-basicas-de-saude/

As equipes são compostas por agente comunitário de Saúde e um profissional que atua na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência. Os profissionais se dirigem até as residências em carro oficial da Semus e portando jalecos com a logomarca oficial da Prefeitura de Cachoeiro. No momento de abordar os moradores, identificam-se dizendo o nome e a unidade em que trabalham.

Segunda a sexta-feira, 7h às 16h.

Basta procurar a UBS mais próxima de sua residência que tenha doses disponíveis ou a Policlínica Municipal na data marcada no cartão de vacina.

Para tomar a segunda dose, não – basta procurar a UBS mais próxima ou a Policlínica Municipal na data marcada no cartão de vacinas.

Já para a primeira dose, depende da quantidade disponibilizada. Para o grupo de 60 a 64 anos, por exemplo, tem sido realizado agendamento da aplicação, conforme a chegada de mais vacinas. Por isso, é importante acompanhar os canais oficiais da Prefeitura de Cachoeiro para saber o que fazer quando chegar a sua vez.

Documento de identidade com foto, cartão de vacina e cartão do SUS ou CPF.

Trabalhadores autônomos da saúde também precisam portar um dos documentos abaixo relacionados:

  1. crachá + declaração do serviço de saúde onde atua;
  2. contracheque;
  3. contrato de trabalho;
  4. carteira de trabalho;
  5. carteira do conselho de classe + declaração do serviço de saúde onde atua.

Ainda não há, no Brasil, doses suficientes para vacinação em massa, e por isso a campanha segue a estratégia de priorizar alguns grupos definidos no Plano Nacional de Imunização. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) está repassando a Cachoeiro, periodicamente, as doses necessárias para cada grupo prioritário, conforme a quantidade disponível.

Também pode ocorrer de faltar vacinas para aplicação da segunda dose, em caso de problemas com a produção dos imunizantes. A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) segue as orientações do Ministério da Saúde e da Sesa para reserva da segunda dose. Mas, de qualquer modo, a aplicação da primeira dose não perde eficácia caso alguém só consiga tomar a dose dois algum tempo depois do intervalo inicialmente estipulado.

Caso a cota diária de vacinas tenha acabado, a equipe da unidade poderá encaminhá-lo para outro ponto de vacinação ou realizará o agendamento da vacinação para outro dia.

Estudos demonstram que intervalos maiores entre as doses favorecem a eficácia da vacina. Inicialmente, o intervalo pesquisado foi de 28 dias, mas o Instituto Butantan têm estudado aumentar esse intervalo. Portanto, não há problema em tomar a segunda dose algum tempo depois da data original marcada no cartão, se isso não for possível devido a falta de doses ou por alguma outra situação – trata-se de um imunizante poderoso, não se decompõe pela validade de dias. O importante é não deixar de tomar a segunda dose quando ela estiver disponível.

Basta procurar a UBS no primeiro dia útil posterior à data.

Nessa situação, será necessário ir até à Policlínica Municipal para consulta ao sistema de informações da imunização e verificação de qual imunizante (Coronavac ou Fiocruz) foi aplicado na primeira dose, para cálculo da data da dose dois. Para esse procedimento, é indispensável apresentação do CPF ou identidade.

Procure a UBS mais próxima ou a Policlínica Municipal. É fundamental que a a população tenha muita atenção às datas, tendo em vista o fracionamento de doses disponíveis para a campanha de imunização.

Pessoas com comorbidades, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e obesidade grave; professores, da educação básica ao ensino superior; e funcionários do sistema prisional.

Entretanto, o avanço da campanha para as próximas etapas dependerá da chegada de mais doses e das indicações do governo estadual. Além disso, a ordem dos grupos prioritários está sujeita a mudanças pelo Ministério da Saúde.

Sim. Neste momento, ela é aplicada apenas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A Prefeitura de Cachoeiro utiliza seus canais de comunicação para manter informações atualizadas sobre a campanha e também repassa essas informações para os demais veículos de imprensa, garantindo ampla divulgação.

Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, e a Oxford/AstraZeneca, de responsabilidade da Fiocruz.

As duas vacinas são aplicadas em duas doses, com intervalos de 14 a 28 dias, para a Coronavac, e de 4 a 12 semanas, para a de Oxford/AstraZeneca. Entretanto, esses intervalos podem ser revisados, de acordo com novos estudos sobre as vacinas.

Na maioria dos casos, as complicações são consideradas leves. As mais comuns são dor no local da aplicação, cansaço e dor de cabeça.

Outros efeitos podem aparecer, como inchaço, coceira, endurecimento no local, náusea, diarreia, dor muscular, tosse, dor nas articulações, coriza, dor de garganta e nariz entupido.

Já os mais raros são hematoma, vômito, sono, febre, manchas na pele, espirros, tontura, dor de barriga e diminuição de apetite.

Não. As vacinas são distribuídas pelo Programa Nacional de Imunizações.

A recomendação é receber duas doses da mesma vacina. Isso porque, até o momento, combinações de vacinas diferentes não foram avaliadas em estudos científicos.

O intervalo apontado para as doses se dá em conformidade ao que está prescrito na bula da vacina. Estudos também demostram que intervalos maiores estão associados a maior eficácia.

Sim, desde que o início dos sintomas tenha ocorrido há pelo menos 4 semanas. Se houve diagnóstico há menos de 4 semanas, você não deverá tomar a vacina nesse período. Quem foi diagnosticado com Covid-19, porém não teve sintomas, deverá tomar a vacina a partir de 4 semanas do resultado do exame.

Sim. Inclusive pessoas que tomam corticoide, antibiótico e quimioterapia, e todas as pessoas com HIV, asma, doença autoimune, doenças pulmonares, cirrose, diabetes, pressão alta, doenças do coração, câncer, transplantados e com epilepsia. Na dúvida, converse com seu médico.

Ainda não há estudos sobre a segurança da vacina em grávidas. Entretanto, algumas associações médicas recomendam a vacina em grávidas. A decisão sobre tomar ou não deve ser individualizada, de acordo com a avaliação dos riscos feita pelo médico.

Não há estudos feitos em lactantes, mas é provável que sim. A decisão deve ser tomada com orientação médica.

Sim, mas, como não há estudos, o recomendável é evitar gravidez nos dias subsequentes às aplicações da vacina.

Se você estiver com febre na véspera, não poderá tomar a vacina.

Não. Inclusive, pessoas com sintomas gripais devem fazer o isolamento social, pois podem estar com Covid-19.

Há estudos que apontam que a vacinação contra a gripe contribui para ativar o sistema imunológico e proteger contra doenças em geral, não somente a gripe. Apesar disso, as únicas formas comprovadas de se prevenir contra a Covid-19 são as vacinas específicas contra a doença e as medidas sanitárias, como distanciamento social, uso de máscara de proteção e higienização das mãos – inclusive, mesmo quem já se vacinou contra a Covid deve manter esses hábitos.

A vacina evita que pessoas contaminadas com o novo coronavírus desenvolvam formas mais graves da doença e precisem de hospitalização. Quanto mais pessoas vacinarem, menor é a possibilidade de circulação e, consequentemente, de surgimento de variantes mais agressivas do vírus.

Além disso, algumas pessoas possuem restrições para se vacinar, por diferentes motivos. Portanto, a vacinação em larga escala favorece a proteção individual e coletiva.

Pelos dados atuais, o período de duas semanas após a segunda dose é suficiente para que as pessoas vacinadas apresentem resposta imunológica. Entretanto, o risco de contaminação e transmissão do coronavírus permanece. Por isso, é preciso seguir os protocolos de saúde mesmo após tomar a vacina.

Não. A vacina pode causar efeitos colaterais, que muitas vezes são confundidos com sintomas da doença. Entretanto, os efeitos regridem rápido e não evoluem para complicações.

Sim. As vacinas disponíveis no Brasil têm eficácia de 50% a 70%. Entretanto, a vacinação diminui drasticamente a chance de desenvolver a doença e evita a ocorrência das formas mais graves da Covid-19.

Porque sabemos que a vacina protege das formas mais graves da doença e também diminui as chances de óbito, e porque esperamos que haja uma diminuição na circulação do vírus após um número expressivo de pessoas vacinadas.